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31 de jul. de 2010

Porto Alegre


A uma semana eu cheguei a Porto Alegre para fazer um curso de especialização no Zabbix, um software de monitoramento de redes. Obviamente eu aproveitei para fazer turismo e conhecer a cidade. Vim no sábado passado e devo voltar a BH amanhã, domingo. Aproveitei o quanto pude o curso (que foi ministrado em inglês, que eu não domino) e o turismo. Infelizmente não dei sorte como tempo, pois nos dois dias que tive livre para conhecer a cidade (domingo passado e hoje, sábado) choveu e os dias em que estava fazendo o curso, segunda a sexta, foi de muito sol e dias maravilhosos (apesar de muito frios).

Gostei muito da cidade, por um lado ela me lembrou muito Belo Horizonte. Trata-se de uma capital que tem tudo que uma grande cidade pode oferecer a seus cidadãos (de bom e de ruim), mas também tem tudo que uma cidade não tão grande pode oferecer. Grande parte do meu tour pela cidade foi feita a pé, sem dúvida a melhor maneira de conhecer uma cidade. Gosto de caminhar e caminhando temos mais tempo de apreciar as belezas e peculiaridades dos lugares onde passamos.

A arquitetura de Porto Alegre guarda suas pérolas, como podem ver nas fotos no meu álbum (link à esquerda). Encontrei belíssimas edificações! Dentre as que mais me impressionaram estão a Catedral Metropolitana, o Centro Cultural Mário Quintana (antigo Majestic Hotel), o Santander Cultural e a Fundação Iberê Camargo. Enquanto os primeiros são edificações clássicas do final do século XIX e início do século XX, a última é uma edificação contemporânea que impressiona pelas suas formas e interação com as pessoas. É um daqueles lugares que chama tanta atenção quanto as próprias obras de arte expostas. Fiquei completamente envolvido com sua arquitetura ousada.

Resumindo, Porto Alegre superou minhas expectativas, achei uma cidade gostosa, com um povo hospitaleiro (apesar de tão ressabiados quanto nós mineiros) e me senti muito a vontade caminhando pela cidade. Vale a pena conhecer.

2 de jan. de 2010

Séculos (sem) higiene


Muitas vezes ouvi dizer que o mundo moderno é muito pior que antes: mais violência, mais correria, mais stress, mais guerras.... Pois eu discordo veementemente!
Vejamos: primeiramente as guerras existiam desde a pré-história, ela não é exclusividade do mundo moderno, vem dizimando vidas, mudando a geografia política, minando recursos e produzindo novos ricos e novas nações desde que o mundo é mundo.
Quanto à violência, correria e stress, sou obrigado a concordar, vivemos num mundo atribulado, exigente e sem piedade, aqueles que não conseguem se adaptar ou se excluir dessa correria certamente irá sofrer graves consequências.
Porém, existem inúmeros outros aspectos que o mundo melhorou … e muito! Gostaria de focar um desses aspectos: A higiene e saneamento básico.
A pouco tempo li algo que fiquei horrorizado. Na época de ouro dos reinos europeus, entre os séculos XVI e XVIII, o saneamento básico era algo distante mesmo da nobreza. No famoso palácio de Versalhes, um decreto de 1715 estipulava que as fezes e outros dejetos seriam recolhidos dos corredores uma vez por semana. Tentem imaginar aqueles corredores cheios de fezes, urina, restos de comida e tudo mais que se possa imaginar. Não é a toa que a média de vida nessa época era inferior a 30 anos.
Este reveillon eu passei em Paraty. Para quem não sabe, Paraty é uma cidade no litoral sul do Rio de Janeiro. É uma cidade histórica, fundada em 1630, e com uma beleza natural esplêndida. Acontece que este final de ano choveu muito, mas muito mesmo, e o centro histórico da cidade alagou todo. Em conversa com os pessoal local, descobri que isso é normal na cidade. A cidade foi projetada em um nível muito baixo de forma que a maré alta entrasse pelas ruas da cidade e lavasse as fezes, lixo e todo tipo de dejetos que era jogado na rua. Ou seja, este era o supra-sumo no quesito limpeza urbana da época.
Nem precisamos ir tão longe, em minha infância, quando passava férias na casa de minha avó, não tínhamos água encanada e nem eletricidade. A água vinha de uma bica em um córrego ao lado da casa. Para satisfazermos nossas necessidades fisiológicas, recorriamos a uma “casinha” que ficava sobre um pequeno córrego. Dentro da casinha tinha um pequeno trono de madeira com o buraco no assento (como nossos vazos sanitários de hoje). Quando olhávamos pelo buraco do assento víamos o córrego passando embaixo, então bastava nos sentarmos, relaxar e deixar a natureza fazer seu trabalho. O que fizéssemos caía no córrego e era levado água abaixo.
Depois de visitar Paraty, ler este texto sobre o palácio de Versalhes e me lembrar dessa particularidade de minha infância, entro no banheiro da minha casa, dou descarga e fico imaginando para onde vai aquela merda toda.
Apesar de toda melhora, menos de 1% dos esgotos são tratados. Ou seja, quando puxo a descarga, a coisa não fica muito diferente daquela casinha da minha avó, mas com certeza é bem melhor que aquele palácio.
Vejam mais sobre a história da higiene no endereço http://veja.abril.com.br/121207/p_192.shtml

19 de mai. de 2009

Tele-Transporte e Viagem no Tempo

Duas das coisas que mais me fascinaram nos filmes de ficção científica foram as viagens no tempo e os tele-transportes (que o digam os fãs de Star Treck). Ambas as tecnologias não passam de sonhos para nós. Filmes que abordaram viagens no tempo sempre possuem furos e exigem uma boa dose de desprendimento científico para podermos curtir o filme.
Todas as teorias sobre viagens no tempo empacavam com uma pergunta simples, mas profunda o suficiente para detonar todas as teorias:
- Se fosse possível viajar no tempo, porque não recebemos visitas de viajantes do futuro?
Os defensores das viagens no tempo sempre arranjavam uma desculpa para explicar a ausência de turistas do futuro, a principal delas é que eles não interferiam para não alterar a linha do tempo. Aí os céticos logo rebatiam dizendo que nem todos os detentores dessa tecnologia do futuro teriam esses escrúpulos.
Recentemente li na revista Superinteressante uma matéria que explicava bastante bem a possibilidade real, com explicação científica para a viagem no tempo. E de quebra, a tecnologia ainda permite o tele-transporte, ou seja, você poderá um dia viajar no “Espaço-Tempo” quase que instantaneamente! Essa teoria convenceu até Steven Hawking!
Vou tentar explicá-la:
Uma das teorias atualmente aceitas no mundo da física é o “buraco de minhoca”. Segundo a teoria, seria possível criar túneis no universo que permitiriam viagens instantâneas através do espaço. Isso seria possível porque o buraco de minhoca funcionaria como um atalho através de uma dobra no espaço. Dessa forma, se um buraco de minhoca tivesse uma abertura aqui no planeta Terra e outra em um planeta de uma galáxia a milhões de anos luz daqui, bastaria entrar por uma abertura e você sairia pela outra como se estivesse passando por uma porta. Um exemplo desse tipo de tecnologia foi explorada no filme Stargate (http://www.adorocinema.com/filmes/stargate/stargate.asp).
Outra teoria, esta já comprovada cientificamente, é o fato de que se você viajar a grande velocidade, próxima a velocidade da luz, o tempo passará de forma diferente para o viajante e para alguém que fique na Terra. Ou seja, se um viajante saísse em viagem a grande velocidade e viajasse por alguns meses, aqui na terra teriam decorrido milhares de anos.
Juntando essas duas teorias, criamos uma máquina do tempo. Veja bem:
1. Criamos um buraco de minhoca criando dois portais. Imagine este buraco de minhoca como um par de espelhos que, ao entrar em um deles, você sairia no outro. Se você deixar um dos espelhos no Brasil e um amigo levar o outro para o Japão, teremos criado um tele-transporte entre os dois países. Você entraria em um espelho aqui no Brasil e sairia no outro, lá no Japão (e vice versa).
2. Agora imagine que esse seu amigo pegasse um desses espelhos e entrasse em uma espaçonave a alta velocidade. Após alguns meses de viagem, ao voltar para a Terra, teriam-se passado milhares de anos. Com isso, você teria um espelho no presente e ele outro no futuro (ou ele teria um espelho no presente e você outro no passado, dependendo do ponto de vista). Estaria criada aí uma máquina do tempo, ligando dois tempos diferentes. Você entraria no espelho aqui no presente e sairia a milhares de anos no futuro. Depois era só fazer o caminho inverso para voltar para o seu tempo.
Isso explicaria a falta de viajantes do futuro, pois somente após a criação do buraco de minhoca é que se poderia viajar no tempo e, estando no futuro, você poderia voltar para um momento posterior à criação da máquina do tempo. Vamos exemplificar:
Imagine que hoje, dia 19/05/2009, criemos uma dessas máquinas do tempo. Meu amigo viaja levando um dos espelhos e volta à Terra a 2 mil anos no futuro, exatamente no dia 19/05/4009. Estaria criado um túnel entre os anos de 2009 e 4009 permitindo que pessoas do nosso tempo fosse para o nosso futuro e que pessoas de 4009 viessem para o seu passado. No entanto, não teríamos como voltar para 2008, pois a máquina ainda não teria sido inventada.
Mais que isso, o tempo continuaria correndo. Um dia depois, em 20/05/4009, ao entrarmos no espelho, sairíamos em 20/05/2009, ou seja, não seria mais possível voltar para 19/05/2009. Mas uma série de túneis como esse poderiam ser criados possibilitando viagens para todos os tempos. Por exemplo, em 31/12/2009, poderiam um túnel para 18/05/4009, ou seja, antes de 20/05/4009, onde você poderia pegar nosso primeiro túnel para voltar para 20/05/2009.
O problema é que só podemos voltar para um tempo posterior à criação da primeira máquina do tempo. Por isso não temos viajantes do futuro.
Acharam que viajei muito nessa tecnologia de hoje? Pois esperem só o post da semana que vem.
Até lá!

19 de mai. de 2008

Buenos Aires



Olá Pessoal

Eu e a Gislaine estamos passando uma semana aqui em Buenos Aires. Nós estamos adorando, é uma cidade muito bonita, com muitos monumentos, muitas praças e uma arquitetura apaixonante. O contraste de avenidas largas (a Av 9 de Julio tem 9 pistas para cada mão de direção) e ruas estreitas, construções seculares e edifícios modernos, nos dá uma sensão de estar mudando de cidade a cada quarteirão.

Fizemos a opção de conhecer a cidade a pé, sempre que possível. Geralmente tomamos o café da manhã e saímos andando por um roteiro montado na noite anterior e caminhamos até as pernas ficarem doces. Então paramos e descansamos um pouco (às vezes até tirando um cochilo na praça) e depois andamos mais. No final do dia, quebrados, voltamos a pé para o hotel (quando ainda temos perna) ou pegamos um táxi.

Em nossas visitas, gostamos muito da Floralis Generica, que fica na praça das Nações Unidas, no bairro Recoleta (esse monumento da foto). É uma imensa escultura em forma de flor que se abre durante o dia e se fecha à noite. A cada esquina de Buenos Aires nos encontramos um monumento, a maioria parece ter anos e muitos deles voltados em homenagem a soldados e à guerra, mas existem também aqueles que homenageiam o trabalho, a mulher e algumas esculturas clássicas, inspiradas nos gregos.

Outro ponto turístico que adoramos foi o cemitério de Recoleta. Cemitério como ponto turístico?!?!? Pois é, foi o que pensamos também. Mas tivemos que dar a mão à palmatória, o lugar é lindo, impressionante. Mas não deixa de ser tenebroso.

A arquitetura é um show à parte, apesar de não conhecer a Europa, me senti lá por diversas vezes. Buenos Aires é uma cidade muito antiga e impregnada de história (e mofo). O povo é acolhedor e muito educado, quase não se vê lixo nas ruas, as praças são limpas (apesar de estarem muito secas, talvez devido à estação do ano) e quase não tem criminalidade. As pessoas têm o costume de almoçar sentadas na praça, dormir, ler e o que mais se der para fazer numa praça. Toda praça que se passa tem crianças brincando, pessoas tirando um cochilo, lendo, conversando ... faz parte da cultura daqui aproveitar a praça. Até reuniões são feitas na praça. Vimos uma dessas reuniões, mas não conseguimos descobrir o assunto em pauta.

Outra coisa que se vê muito por aqui são os cafés. As pessoas pedem um cafezinho e passam horas sentadas lendo, conversando ou apenas observando o vai-e-vem. Aliás, o ritmo de vida aqui é outro, parece que mais lento, menos apressado, como nas cidades do interior do nosso Brasil. E olha que Buenos Aires é muuuuiiiito maior que Belo Horizonte.

Outra coisa que se vê muito por aqui são os museus: museu de hitória, museu de arte moderna, museu de artes plásticas, museu do automóvel... Os museus que mais gostamos foi o do automóvel, no Automóvel Clube da Argentina e o museu montado na Fragata Presidente Sarmiento.

Amanhã estaremos voltando ao Brasil, apesar de estarmos adorando a viagem, estamos loucos para voltar para casa.

No link ao lado, vocês podem acessar o Álbum de Fotos e ver todas as fotos que tiramos aqui.

Um abraço

29 de abr. de 2008

Conhecendo a própria cidade

Essa semana um primo da minha esposa veio a Belo Horizonte para fazer uma prova de concurso. Aproveitamos para ciceroneá-lo e apresentar a cidade. É interessante, morei a vida toda em Belo Horizonte (fora uns tempos morando em Itabira e Sete Lagoas) e só saímos para aproveitar a cidade nesses momentos. Eu fico sempre naquela de fazer um tour pelos museus da capital e nunca arrumo tempo. Fomos à praça do Papa, devia ter uns 10 anos que não ia lá: Que vista!

Quando vamos a uma cidade que não conhecemos sempre tiramos um tempo para passar por seus pontos turísticos. Acho que devíamos fazer isso freqüentemente em nossa cidade também, podemos ter agradáveis surpresas.

3 de mar. de 2008

O Tempo


Sempre fui fã de carteirinha de filmes de ficção científica. Desde clássicos como “Contatos Imediatos de Terceiro Grau“ (Close Encounters of the Third King, 1977), passando pelo doce “E.T. O Extra-Terrestre“ (E.T., The Extra-terrestrial, 1982), as séries “Jornada nas Estrelas“ (Star Trek) e “Guerra nas Estrelas“ (Star Wars) sem falar o magnífico “Contato” (Contact, 1997) com a supervisão técnica de Carl Sagan. Uma classe particular de filmes de ficção científica são os filmes que tratam de viagem no tempo. Também temos grandes clássicos como “A Máquina do Tempo“ (The Time Machine, 1960 e 2002), “De Volta para o Futuro“ (Back To The Future, 1985), “Minority Report – A Nova Lei“ (Minority Report, 2002) ou “O Som do Trovão” (A Sound of Thunder, 2005).
Esses filmes de viagem no tempo têm um grande problema, sempre deixam alguma coisa não explicada, alguma peça do quebra-cabeças sempre fica faltando, as coisas não se encaixam perfeitamente. O Tempo é a última grande fronteira do Ser Humano, ainda não dominamos as profundezas do espaço, mas viajamos pelo espaço. Ainda não dominamos o fundo dos oceanos, mas mergulhamos nele tão fundo a ponto de encontrar o Titanic. Mas e o Tempo? Continua uma incógnita.
Essa semana eu assisti a mais um filme de viagem no tempo: Trata-se de “Dejà Vu” (Dejà Vu, 2006) com Denzel Washington. Similar ao Minority Report que abria uma janela meio descontrolada para o futuro e, através dela se fazia investigações policiais, neste a janela (ainda meio descontrolada) se abre para o passado, mas o objetivo é o mesmo: desvendar um crime. Achei um excelente filme, muita ação, uma ficção Científica plausível mas...
Parece impossível achar uma equação que seja capaz de alguém viajar no tempo, alterar o passado e garantir uma linha de futuro plausível. Hollywood e diversos livros e pesquisadores (muitos deles conceituados) já sugeriram diversas explicações para essa lacuna. Uma delas é a de mundos paralelos. Através dessa teoria, a cada momento onde você pudesse agir de modo A ou de modo B seriam criados dois futuros distintos: o futuro de A e o futuro de B. O problema é que assim haveriam infinitos universos paralelos. Imagine quantas decisões você tomou na vida, agora imagine que para cada possibilidade de tomada de decisão fosse criado um mundo paralelo. Aí sim o Universo teria que ser infinito para comportar todas as variações de todas as decisões de todas as pessoas que existem, já existiram e hão de existir. PUTZ é coisa demais!
Uma variação dessa teoria é que existiriam apenas alguns pontos chaves onde seria possível criar um desvio na linha espaço-tempo. Seriam os chamados portais de tempo. Ou seja, nestes momentos e lugares o tempo poderia ser modificado, no restante do tempo ele seria rígido e inflexível. Mas o que têm esses portais de tão especiais que permitem uma quebra no tempo?
Meu pai era um grande crítico da ficção científica e sempre se perguntava: “Se é possível viajar no tempo, porque não tem ninguém do futuro nos visitando?”. Eu não tinha resposta, mas ele mesmo abria uma janela: “Talvez eles possam vir somente como visitantes, sem poder serem vistos ou poderem alterar qualquer coisa. Já pensou como seria fácil estudar história se pudéssemos abrir uma janela para o passado e ver o que aconteceu a milhares de anos?”
Bem... Einstein provou estar certo quanto à sua teoria da curva espaço tempo. Foi provado cientificamente a alguns anos atrás que realmente o espaço tempo pode ser deformado próximo a grande campos gravitacionais como os que existem próximos às estrelas e buracos negros. As perguntas que ficam agora são:
1 - Será possível dobrar o espaço tempo ao ponto de o plano se encontrar em dois pontos distintos? Se a resposta a essa pergunta for verdadeira, vem a segunda pergunta:
2 – Teremos um dia tecnologia suficiente para dominar tamanha força da natureza?

26 de jan. de 2008

Primeiros dias em Natal

Olá Pessoal

Escrevo a vocês daqui de Natal, Rio Grande do Norte. Maravilha, não é?!?

Pois é, chegamos na quarta feira, depois de um chá de cadeira na conexão em Guarulhos, mas tudo bem, pela festa vale tudo. Chegamos em Natal já às 15:00 e não aproveitamos muito o resto do dia.

Na quinta feira nós fizemos um passeio por alguns pontos turísticos de Natal, como o forte dos 3 Reis Magos, o Centro Cultural que funciona no prédio do antigo presídio e um passeio de barco saindo da Marina Badauê.

Hoje fomos conhecer a praia de Pipa, considerada uma das mais bonitas do Brasil. Realmente ela merece esse título, é um lugar maravilhoso. No complexo das praias de Pipa também fica a falésia da Praia do Amor, onde foi gravada uma das aberturas do Fantástico na década de 1980 com a Isadora Ribeiro.

Nós estamos amando o passeio. Vejam mais fotos no álbum.

Um grande abraço.

20 de jan. de 2008

Natal vem aí

Calma, calma, eu não estou ficando tresloucado não. Não é o Natal (25 de dezembro) que está chegando, mas Natal, capital do Rio Grande do Norte. Quarta feira, dia 23 estaremos embargando para essa cidade maravilhosa. Ficaremos uma semana “sofrendo” em Natal. Mas não se preocupem, colocarei no álbum de fotos alguns petiscos para vocês babarem.
Bem, como podem imaginar, essa semana vai demorar a passar, mal vejo a hora de embarcar!
Um grande abraço e prometo atualizar o blog de lá, hehehe.

6 de jul. de 2007

Notícias do Zat 15 (05/07/2007)

Olá Pessoal
Conforme previsto, eu internei na segunda feira. Estou novamente no apartamento 701 do Mater Dei. O telefone direto daqui é 3339-9701. Somente hoje consegui o acesso à Internet.
Na terça feira começamos a quimioterapia. Nessa sessão a dose está sendo mais alta que nas outras, com isso eu estou sentindo um pouco mais de enjôo, mas está controlável.
Quanto ao transplante, eu havia dito que procurariam doadores compatíveis entre meus primos, porém acabaram voltando atrás, pois a possibilidade de se encontrar doadores entre primos é bem menos, vão procurar mesmo no banco de medulas.
No mais, fizemos um passeio a Tiradentes para aproveitar meu último final de semana de liberdade, as fotos estão no álbum virtual (http://picasaweb.google.com.br/zatlima) e também acessíveis do meu blog (http://zatlima.blogspot.com).
Um grande abraço a todos

28 de jun. de 2007

Notícias do Zat 14 (28/06/2007)

Olá Pessoal

Parece que minhas “férias” do hospital estão acabando, na segunda feira eu volto a me internar para continuar o tratamento. Este mês que passei em casa serviu para recarregar as baterias, curtir minha casinha e minha maravilhosa esposa, companheira de todas as horas. Cometi até alguns excessos como o passeio a Serra da Moeda no dia dos namorados, mas tudo pelo bem estar do espírito. Durante este tempo, fiz uma série de exames periódicos que confirmaram o bom andamento do tratamento. Graças a Deus continuo respondendo muito bem ao tratamento e meu estado físico geral surpreende até mesmo aos médicos, que dizem ser uma raridade um paciente passar tão bem durante esse tipo de tratamento.
A possibilidade de se fazer o transplante continua em aberto. Infelizmente meus irmãos não foram compatíveis comigo, tentaremos agora fazer exames com meus primos para tentarmos encontrar algum doador compatível. Mesmo com a possibilidade do transplante em aberto, continuaremos procurando um doador compatível caso seja necessário o transplante.
Outra coisa que descobrimos recentemente é que o tratamento será mais longo do que esperávamos. Eu estava crente de que com essa terceira sessão de quimioterapia o tratamento já estaria terminado (caso se decidisse por não fazer o transplante, obviamente), porém em consulta hoje, descobrimos que, caso não se faça o transplante, serão necessárias outras sessões de quimioterapia, não se pode precisar quantas. Mesmo que se decida fazer o transplante, o período de recuperação pós-transplante é bastante longo. Eu estava com esperanças de chegar ao final do ano completamente curado, fazendo apenas acompanhamento, mas parece que a história não é bem assim.
Em todo caso, continuo muito otimista, mesmo porque, até aqui, tudo tem dado muito certo. Mesmo o tratamento durando mais do que eu estava prevendo, estou certo que eu caminho para a cura completa a passos largos.
Criei um blog esta semana, onde postei todos os e-mails que enviei desde o início de meu tratamento, para quem não recebeu todos, poderão encontrá-los lá. O endereço é http://zatlima.blogspot.com/.
Grande abraço a todos.