
2 de dez. de 2009
Encontro na Fazenda de Caná

20 de out. de 2009
12 Anos de Casamento
17 de set. de 2009
Cientistas japoneses criam hologramas sensíveis ao toque

Cientistas japoneses desenvolveram uma tecnologia que torna os hologramas sensíveis ao toque. Os hologramas são imagens em 3D comumente usadas em DVDs, cartões de crédito e CDs como uma forma de ajudar a impedir a falsificação.
Usando ondas ultra-sônicas, os cientistas conseguiram criar um sistema que transmite a sensação de pressão quando um usuário "toca" em um holograma.
Por enquanto os cientistas japoneses testaram a tecnologia apenas com objetos simples mas também já planejam usos práticos para ela, como botões virtuais em um hospital ou em outros lugares onde pode ocorrer a contaminação por toque, por exemplo.
Fonte: Fórum Baboo
31 de ago. de 2009
Comemorando meu aniversário
O Geocaching funciona da seguinte maneira. Você cria um tesouro, na verdade um pote ou coisa parecida cheia de bugingangas (chaveiros, bolinhas de gude, canivetes, etc) e um livro de anotações, esconde este tesouro em algum lugar e publica as coordenadas na internet para que outras pessoas tentem encontrá-los. Maiores detalhes em www.geocaching.com.
Eu e a Gislaine saímos atrás de três tesouros destes hoje. O interessante é que esses tesouros normalmente são escondidos em lugares belíssimos, o que pudemos comprovar hoje.
Nossa busca foi na Serra da Moeda, um lugar muito bonito e bastante próximo de Belo Horizonte. Tivemos que caminhar bastante, pois nosso carro não é um 4x4 e as trilhas de hoje só são acessíveis através de veículos 4x4, moto ou a pé. Como não temos nem um 4x4 e nem uma moto de trilha, nos sobrou a canela.
Andamos cerca de 12km de trilha pesada (muito morro, pedras e quase uma escalada), mas valeu a pena, foi um dia esplêndido.
Vejam o resultado no meu Álbum de Fotos.
28 de mai. de 2009
O Domínio da Força da Gravidade

Em uma cidade do porte de Belo Horizonte, podemos sintonizar uma centena de emissoras em um aparelho de rádio. Só isso já basta para nos colocar a pensar: Você já parou para pensar quantas informações trafegam debaixo do seu nariz a todo momento? Diversas ondas de rádio atravessam seu corpo portando todo tipo de informação, são ondas de rádio (músicas e notícias), ondas de transmissão de TV, rádio comunicação (polícia, bombeiros, radioamadores, etc), ondas de satélite, computadores e diversos equipamentos com Wi-Fi e Bluetooth, ondas de telefonia celular e diversas outras que nem imaginamos. A Avenida Paulista provavelmente é o espaço eletromagnético mais congestionado do Brasil. Chutando, acho que se conseguíssemos capturar todas as informações que atravessam o corpo de uma pessoa em pé na Avenida Paulista, poderíamos encher um HD de tamanho considerável em alguns minutos.
Agora você já consegue ter uma idéia de quanta informação está trafegando debaixo de seu nariz neste exato momento? Pois é, a um século atrás, tínhamos algumas poucas rádios espalhadas pelo mundo e todo o espectro eletromagnético disponível. Hoje precisamos de agências reguladoras para colocar alguma ordem neste caos.
Da mesma forma que o domínio das ondas eletromagnéticas era um total absurdo a 200 anos atrás, imagino se não existe alguma outra forma de transmissão de informação, tão ou mais eficiente, que nos é totalmente desconhecida.
Bem, agora vou viajar na maionese e falar de uma tecnologia sem nenhum fundamento científico, coisa da minha cabeça. Vamos lá!
O homem, em sua supremacia tecnológica, domina hoje quase todas as forças da natureza (pelo menos as conhecidas). Mas existe uma força elementar que foge completamente ao domínio do homem: a força da Gravidade.
A força da gravidade é onipresente no planeta Terra. Mesmo no espaço, na chamada gravidade zero, o que existe é um equilíbrio entre as forças gravitacionais dos diversos corpos celestes. Mesmo aqui na Terra nós estamos sob a influência da gravidade de outros corpos celestes, como o Sol, Marte, Vênus e os outros planetas. Que o digam os pescadores, que têm seu trabalho cronometrado pelo movimento das marés, espetáculo magnífico promovido pela força gravitacional da Lua.
A força da gravidade é ao mesmo tempo insignificante e poderosa. Toda a massa do planeta Terra é capaz de produzir a força gravitacional que estamos acostumados e atrair uma moeda ao solo. Mas basta um pequeno pedaço de imã para vencer essa força e fazer uma moeda decolar do chão para o imã. Em termos de potência, a força da gravidade é insignificante perto de outras forças conhecidas por nós, como a energia elétrica, cinética (ou mecânica), química ou nuclear.
Mas a energia gravitacional tem algumas peculiaridades em relação às outras. A primeira é o seu alcance: O Sol atrai a terra, forçando-a a orbitá-lo, mas a Terra também atrai o Sol, forçando que ele faça um pequeno bamboleio atraído pela gravidade da terra. Apesar da Terra atrair o Sol com a mesma força que ela é atraída por ele, é óbvio que o efeito no Sol pela gravidade da Terra é muito menor que o contrário. O importante é entender que da mesma forma que a Terra interage gravitacionalmente com a Lua, ela também interage com o Sol, com os outros planetas, com as luas de cada um desses planetas, com cada meteoro vagando pelo Sistema Solar e mais, interage com aquele planetinha desconhecido lá do outro lado da Via Láctea! Interage também com os Sois e planetas de Andrômeda, nossa galáxia vizinha, e interage com o mais distante corpo da mais distante galáxia. O Universo é um equilíbrio de forças gravitacionais.
A outra peculiaridade da força da gravidade que eu gostaria de citar, é o fato dela ser instantânea. A luz do Sol demora cerca de 8 minutos para chegar a terra, ou seja, se o Sol explodisse agora, só veríamos a explosão daqui a 8 minutos. Andrômeda, a galáxia mais próxima da Via Láctea, está distante 2,5 milhões de anos luz. No entanto, o efeito da força de gravidade da Terra é instantâneo no universo. Se pudéssemos aumentar a força de gravidade do planeta, esse efeito seria instantaneamente sentido em todo o Universo.
Ao contrário das outras forças naturais, o homem ainda não descobriu uma forma de interagir com a força gravitacional. Não existe um campo antigravitacional e nem uma gravidade artificial como nos filmes de ficção científica. O que existem são artimanhas para criar um mergulho para simular a gravidade zero ou usar a força centrífuga para criar o efeito da gravidade no espaço, mas criar ou anular a força gravitacional ainda é um mistério para nós.
Agora chegamos ao ponto: Imagine que fosse possível modular a força gravitacional da mesma forma que modulamos a força eletromagnética. Poderíamos assim inserir informações nessa modulação e, ao demodular essa força em qualquer outro ponto do Universo, poderíamos extrair a informação original. Estaríamos criando um sistema de comunicação extremamente eficiente, sem delay de tempo que vemos nas transmissões via satélite, sem interferência de obstáculos (lembra-se que não existe um isolante gravitacional?).
Dessa forma, uma transmissão através de modulação gravitacional poderia ser captada no Japão sem necessidade de retransmissão e instantaneamente. Da mesma forma isso ocorreria em uma transmissão para Marte, para Andrômeda ou para qualquer lugar no Universo.
Quem sabe não vivamos para ver isso!
19 de mai. de 2009
Tele-Transporte e Viagem no Tempo
Juntando essas duas teorias, criamos uma máquina do tempo. Veja bem:
11 de mai. de 2009
O uso do hidrogênio como matriz energética
Hidrogênio não é um recurso de energia, exceto no contexto hipotético das usinas comerciais de fusão nuclear usando deutério ou trítio, uma tecnologia atualmente longe de desenvolvimento. A energia do Sol origina-se da fusão nuclear de hidrogênio, mas este processo é difícil de alcançar controlavelmente na Terra. Hidrogênio elementar de fontes solares, biológicas ou elétricas requerem mais energia para criar do que é obtida ao queimá-lo, então, nestes casos, o hidrogênio funciona como um portador de energia, como uma bateria. Ele pode ser obtido de fontes fósseis (como metano), mas estas fontes são insustentáveis.
A densidade de energia por unidade volume de ambos hidrogênio líquido e gás de hidrogênio comprimido em qualquer pressão praticável é significantemente menor do que aquela de fontes tradicionais de combustível, apesar da densidade de energia por unidade massa de combustível é mais alta. Todavia, o hidrogênio elementar tem sido amplamente discutido no contexto da energia, como um possível portador de energia futuro em uma grande escala da economia. Por exemplo, CO2 sequestramento seguido de captura e armazenamento de carbono poderia ser conduzido ao ponto da produção de H2 a partir de combustíveis fósseis. O hidrogênio usado no transporte queimaria relativamente limpo, com algumas emissões de NOx, porém sem emissões de carbono. Entretanto, os custos de infraestrutura associados com a conversão total a uma economia de hidrogênio seria substancial.
(Retirado de http://pt.wikipedia.org/ em 11/05/2009)
Traduzindo: O hidrogênio tem potencial para se tornar uma matriz energética eficiente e limpa, mas ainda esbarra na falta de tecnologia para produzi-lo de forma viável.
Por exemplo, gasta-se muito mais energia extraindo hidrogênio da água (elemento abundante em nosso planeta) do que a energia obtida no uso desse hidrogênio posteriormente. Portanto este processo só é usado em casos muito específicos.
Dominando esta tecnologia, teremos uma matriz energética eficiente e limpa. Mas, apesar das diversas pesquisas sobre o assunto, ainda estamos muito longe deste domínio.
Na semana que vem falaremos de viagem no tempo de tele-transporte. Um tema mais próximo da ficção que o de hoje.
7 de mai. de 2009
Novas Tecnologias
Hoje gostaria de falar de 3 tecnologias que me seduzem. Todas inovadoras e com potencial para mudar o mundo como o conhecemos. O grande diferencial delas é a proximidade das mesmas com a nossa realidade atual. Enquanto a primeira pode ser conquistada a qualquer momento, a segunda não passa de uma teoria científica não comprovada, a última … bem, essa é a mais pura utopia! São elas:
1.O uso do hidrogênio como matriz energética;
2.Viagens no tempo e tele transporte;
3.O domínio da força da gravidade;
Falarei de cada uma dessas tecnologias nos próximos posts. O primeiro será no domingo, dia 10 de maio.
Até lá
13 de abr. de 2009
Onde está o Zat?
Hoje em dia, neste mundo cheio de ameaças, onde as pessoas nem se cumprimentam direito porque a pessoa que vem no sentido contrário pode ser um mau elemento, onde todas as portas têm chaves, todas as janelas têm grades e ninguém se sente seguro, a segurança virtual também virou paranóia. Pela tela do computador o indivíduo invade sua casa, descobre seus dados, fuça sua vida privada e, com um pouco de sorte, consegue alguns dados interessantes que vâo engordar a conta bancária dele (e esvaziar a sua!).
Me chamam de doido porque não entrei nessa paranóia. Como profissional da tecnologia, tomo meus cuidados, faço backup regulares, mantenho antivírus e antispyware atualizados e desconfio de e-mails, sites e mensagens suspeitos. Mas tomo cuidados proporcionais às ameaças.
Uma coisa que gosto de fazer e assusta a maioria das pessoas é não trancar informações sobre mim a sete chaves. Tenho neste blog um link para minha árvore genealógica, meu endereço e telefones são relativamente fáceis de encontrar e agora coloquei mais uma coisinha interessantíssima aqui no blog:
Logo aqui à esquerda eu coloquei a sessão "Onde está o Zat?". Nela existe um mapa que atualiza frequentemente onde estou. Ou seja, se quizerem saber onde estou, basta dar uma olhadinha ali.
"Mas o bandido vai saber onde você está!" Talvez. Acho que o maior medo das pessoas com relação a este tipo de tecnologia não é o medo do bandido, mas o medo de quem ele gosta. A maioria das pessoas fica incomodada com o fato da esposa, marido ou namorado(a) saber por onde você anda. Como não tenho este problema, todos vocês poderâo acompanhar meus trajetos quase que on-line.
28 de jan. de 2009
Geocaching
O jogo consiste numa caça ao tesouro onde os geocachers procuram caches escondidos por outros participantes enquanto exploram lugares interessantes. Um cache normalmente é um recipiente (um tupeware, um pote de sorvete, um saco plástico, etc) onde o participante coloa alguns objetos (canetas, chaveiros, moedas, etc) e o esconde em um determinado lugar. As coordenadas da localização do cache são publicadas na Internet com as características do cache, descrição do local e dicas de como encontrá-lo. Assim, outros participantes podem sair á caça ao tesouro!
Quem encontra um cache pode retirar um objeto para guardar como lembrança, desde que deixe outro objeto para o próximo participante que encontrar aquele cache.
Os caches são escondidos nos mais diversos lugares, desde praças públicas, parques florestais, ou qualquer lugar de acesso público. Alguns são fáceis de ser localizados (indicados para iniciantes ou para aquele programa leve com a família), existem aqueles de nível intermediário, que demandam algum esforço de procura, e outros que são mais difíceis, podendo exigir até algum equipamento especial para encontrá-lo, como um rapel ou mapas e bússolas para não se perder na mata.
O certo é que esta caça ao tesouro proporciona a oportunidade de conhecer novos lugares e, seja onde você estiver, provavelmente terá um cache próximo a você pronto para ser descoberto.
Se quiser conhecer mais sobre o Geocaching, acesse:
- Brasil Caching: http://www.brasilcaching.com.br/
- Gocaching: http://www.geocaching.com/
No dia 22 último, encontrei o meu primeiro cache aqui em Juiz de Fora. Em breve vou criar um cache também. Quem sabe você não anima a tentar encontrá-lo?
29 de nov. de 2008
A cada livro que lemos nos transformamos um pouco mais, e em algo melhor. Dizia Borges que o livro não passa de papel e tinta, o que lhe dá vida e relevo é o que acontece na mente do leitor.A leitura é um processo tão complexo que talvez não possa ser totalmente explicado. Parece ser a relação mais íntima que pode existir entre duas pessoas, pois o autor revela-se em sua plenitude, e o leitor descobre a verdade ali contida. Nessa comunhão secreta e tantas vezes apaixonada, a mente do leitor aprende a funcionar de uma nova maneira, ampliando suas possibilidades de raciocínio e sua percepção. A verdade do autor, por sua vez, torna-se uma nova verdade, ampliando-se, recebendo e incorporando a cada leitura uma nova interpretação. Cada leitor transforma o livro, e a cada geração de leitores o livro se amolda, vindo ao encontro das necessidades interiores e das relativas ao tempo, à época. A mobilidade de um livro é tão extraordinária quanto a de um leitor.
A leitura de um livro se dá em vários níveis, e processos acontecem ao mesmo tempo, em intensidades que variam de leitor para leitor. Há a leitura da trama, talvez a mais superficial; a leitura dos sentimentos dos personagens e do autor, que possibilita ao leitor experimentar novas emoções ou emoções esquecidas e não realizadas na vida cotidiana; a leitura da linguagem que o livro apresenta, em que desenvolvemos nossa percepção lingüística, e a de significados; a leitura das palavras em si e da forma como se organizam nas frases, da cadência da escrita, que provoca em nós um sentimento de prazer estético e que refina nossos sentidos; a leitura ideológica, que nos faz pensar em nossas próprias crenças e nas alheias; a leitura filosófica, que nos leva a questões da existência humana; a leitura religiosa e a ontológica, que nos aproxima de Deus. A leitura, enfim, da literatura nos traz toda a história do espírito humano. Assim, aprendemos a ler, a falar, a pensar, a escrever, a olhar, a imaginar, a sonhar, a viver, enfim.
Ana Miranda. A leitura. In: Caros amigos.
4 de set. de 2008
Projeto TrackSource

A alguns anos atrás eu descobri um hobby interessante: o GPS. O GPS, sigla de Global Positioning System, é um sistema de posicionamento global auxiliado por satélites. Adiquiri meu primeiro GPS em uma viagem ao Paraguay em 2003. Comprei lá um bom e velho Garmin 12, um aparelho hoje antiquado, que não dá suporte a mapas e exige algum conhecimento para poder se localizar com ele.
Em busca de outras pessoas que compartilhassem o meu entusiasmo com essa tecnologia, fiquei conhecendo o Projeto TrackSource, um grupo de voluntários que desenvolve mapas para uso em GPS e os disponibiliza gratuitamente na Internet.
Além de ter sido um empurrão em meu Hobby, o Projeto TrackSource me chamou atenção pelo espírito colaborativo e a eficiência em cumprir ao que se propõe.
Os usuário de GPS têm necessidade de carregar em seus aparelhos mapas que representem a região hoje transitam. Esses mapas são, em sua grande maioria, são pagos e apresentam boa qualidade apenas em grandes centros urbanos.
O Projeto TrackSource oferece mapas gratuitos e tão (ou mais) completos que os seus similares pagos. Existem várias formas de se participar do projeto:
- Usuários: São pessoas que acessam o site do TrackSource (www.tracksource.org.br) e baixam os mapas para uso no computador ou no GPS. Não é necessário nenhuma forma de cadastro, pagamento ou contribuição para usar os mapas do projeto;
- Colaboradores: São usuários de GPS que enviam trilhas e pontos de interesse (postos de combustível, radares, restaurantes, hoteis, etc) para que os desenvolvedores os incluam em seus mapas. Normalmente são usuários dos mapas do grupo que contribuem para maior detalhamento dos mesmos.
- Desenvolvedores: Existem dois tipos de desenvolvedores, os Desenvolvedores Municipais e os Desenvolvedores Estaduais. O Desenvolvedor Municipal cria e atualiza os mapas de um ou mais municípios. O Desenvolvedor Estadual coordena os desenvolvedores municipais, cria e atualiza o mapa estadual com as principais artérias de tráfego.
Se quiserem saber mais, acessem:
- Site oficial do Projeto TrackSource: www.tracksource.org.br
- Fórum de discussão sobre GPS: www.portalgps.com.br
19 de mai. de 2008
Buenos Aires
Olá Pessoal
Eu e a Gislaine estamos passando uma semana aqui em Buenos Aires. Nós estamos adorando, é uma cidade muito bonita, com muitos monumentos, muitas praças e uma arquitetura apaixonante. O contraste de avenidas largas (a Av 9 de Julio tem 9 pistas para cada mão de direção) e ruas estreitas, construções seculares e edifícios modernos, nos dá uma sensão de estar mudando de cidade a cada quarteirão.
Fizemos a opção de conhecer a cidade a pé, sempre que possível. Geralmente tomamos o café da manhã e saímos andando por um roteiro montado na noite anterior e caminhamos até as pernas ficarem doces. Então paramos e descansamos um pouco (às vezes até tirando um cochilo na praça) e depois andamos mais. No final do dia, quebrados, voltamos a pé para o hotel (quando ainda temos perna) ou pegamos um táxi.
Em nossas visitas, gostamos muito da Floralis Generica, que fica na praça das Nações Unidas, no bairro Recoleta (esse monumento da foto). É uma imensa escultura em forma de flor que se abre durante o dia e se fecha à noite. A cada esquina de Buenos Aires nos encontramos um monumento, a maioria parece ter anos e muitos deles voltados em homenagem a soldados e à guerra, mas existem também aqueles que homenageiam o trabalho, a mulher e algumas esculturas clássicas, inspiradas nos gregos.
Outro ponto turístico que adoramos foi o cemitério de Recoleta. Cemitério como ponto turístico?!?!? Pois é, foi o que pensamos também. Mas tivemos que dar a mão à palmatória, o lugar é lindo, impressionante. Mas não deixa de ser tenebroso.
A arquitetura é um show à parte, apesar de não conhecer a Europa, me senti lá por diversas vezes. Buenos Aires é uma cidade muito antiga e impregnada de história (e mofo). O povo é acolhedor e muito educado, quase não se vê lixo nas ruas, as praças são limpas (apesar de estarem muito secas, talvez devido à estação do ano) e quase não tem criminalidade. As pessoas têm o costume de almoçar sentadas na praça, dormir, ler e o que mais se der para fazer numa praça. Toda praça que se passa tem crianças brincando, pessoas tirando um cochilo, lendo, conversando ... faz parte da cultura daqui aproveitar a praça. Até reuniões são feitas na praça. Vimos uma dessas reuniões, mas não conseguimos descobrir o assunto em pauta.
Outra coisa que se vê muito por aqui são os cafés. As pessoas pedem um cafezinho e passam horas sentadas lendo, conversando ou apenas observando o vai-e-vem. Aliás, o ritmo de vida aqui é outro, parece que mais lento, menos apressado, como nas cidades do interior do nosso Brasil. E olha que Buenos Aires é muuuuiiiito maior que Belo Horizonte.
Outra coisa que se vê muito por aqui são os museus: museu de hitória, museu de arte moderna, museu de artes plásticas, museu do automóvel... Os museus que mais gostamos foi o do automóvel, no Automóvel Clube da Argentina e o museu montado na Fragata Presidente Sarmiento.
Amanhã estaremos voltando ao Brasil, apesar de estarmos adorando a viagem, estamos loucos para voltar para casa.
No link ao lado, vocês podem acessar o Álbum de Fotos e ver todas as fotos que tiramos aqui.
Um abraço
4 de mai. de 2008
Virtual Barbershop (Barbeiro Virtual)
Não é de hoje que ouvimos falar em sonorização 3d (começou em 99 na produção de Star Wars Episódio I) mas particularmente eu nunca tinha visto algo na internet com tanta qualidade sonora combinada a uma experiência fantástica como no virtual barbershop.Você realmente se sente na cadeira de uma barbearia, duvida? pare por um instante o que você esta fazendo e experimente:
- Baixe o arquivo no formato MP3 no link media.noob.us/virtualbarbershop.mp3 (clique com o botão direito e depois em "Salvar destino como".
- Coloque seus fones (caixas de som não provocam o mesmo efeito), fones de ouvido de qualidade ajudam muito.
- Feche seus olhos (mas é para fechar mesmo).
- Aperte o play e deixe o resto com o barbeiro.
A experíência é única, acredite!
29 de abr. de 2008
Conhecendo a própria cidade
Essa semana um primo da minha esposa veio a Belo Horizonte para fazer uma prova de concurso. Aproveitamos para ciceroneá-lo e apresentar a cidade. É interessante, morei a vida toda em Belo Horizonte (fora uns tempos morando em Itabira e Sete Lagoas) e só saímos para aproveitar a cidade nesses momentos. Eu fico sempre naquela de fazer um tour pelos museus da capital e nunca arrumo tempo. Fomos à praça do Papa, devia ter uns 10 anos que não ia lá: Que vista!
Quando vamos a uma cidade que não conhecemos sempre tiramos um tempo para passar por seus pontos turísticos. Acho que devíamos fazer isso freqüentemente em nossa cidade também, podemos ter agradáveis surpresas.
4 de abr. de 2008
E a vida continua...
Olá Pessoal
Faz quase um mês que não posto neste blog. O tempo passa rápido e quando percebemos, ele já se foi. Meu último post foi sobre o falecimento de minha amiga Fernanda. Desde então não se passou um só dia em que eu não me lembrasse dela. Essa perda me tocou tanto quanto o falecimento de meus pais e meu sobrinho. Não podia deixar de registrar isso aqui. Mas a vida continua e eu continuo vivendo da melhor maneira que posso. Já disse isso aqui antes, sempre tive essa filosofia de viver da melhor maneira possível e, depois do que passei ano passado e da partida de minha amiga, isso tomou uma dimensão muito maior e mais consistente.
Continuo estudando para concursos. Tarefa ingrata essa! Confesso que eu tenho o agravante de que nunca gostei de estudar, confesso que tenho que fazer um grande esforço para me dedicar aos estudos. Este final de semana foi prova da Assembléia Legislativa, os que também fizeram a prova poderão engrossar meu coro: nunca fiz uma prova tão difícil. Além de difícil eu achei a prova mal elaborada, tornando a compreensão das questões difícil, sem falar em erros grotescos que eu acho que culminarão com a anulação de muitas questões. Para vocês terem uma idéia, uma das questões tinha duas opções com respostas iguais.
Enquanto isso, eu continuo resistindo à tentação de voltar ao mercado de trabalho. Somente esta semana eu recebi duas propostas para retornar às atividades profissionais, uma delas bastante tentadora. O que me anima é que têm aparecido concursos exatamente na área que eu quero, que é em Redes de Computadores. Concursos que ofereciam cargos específicos para a área de informática eram raros até alguns anos atrás. Estou aproveitando também para finalizar a minha monografia da Pós-Graduação que estou devendo a um tempão.
Quanto ao concurso do MPU, que passei ano passado, continuo aguardando ser nomeado, mas confesso que as esperanças diminuem a cada dia. É lógico que só dá para termos uma noção real depois que entramos, mas esse cargo no MPU parece ser tudo de bom.
A solução é aguardar e estudar, estudar, estudar...
11 de mar. de 2008
Fernanda ... Guerreira!
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Nascia aí uma amizade ao mesmo tempo distante e respeitosa e muito íntima e próxima. Nossa doença nos aproximou, nossas experiências nos fortaleceram e juntos aprendemos muito da vida.
A Fernanda foi Guerreira (com G maiúsculo) lutou contra essa terrível doença e não esmoreceu. Mas essa traiçoeira doença nos privou de sua presença, de seu sorriso. Uma menina tão nova (apenas 19 aninhos completados em dezembro) e com tanta experiência de vida.
Gostaria de falar muito mais aqui, mas faltam-me palavras para expressar tudo que sinto, tudo que quero dizer.
Fica a minha homenagem, a minha saudade, a minha dor.
Beijos Nanda, seja feliz, onde quer que esteja.
Fernanda Couto
* 19/12/1989
† 11/03/2008
3 de mar. de 2008
O Tempo

Esses filmes de viagem no tempo têm um grande problema, sempre deixam alguma coisa não explicada, alguma peça do quebra-cabeças sempre fica faltando, as coisas não se encaixam perfeitamente. O Tempo é a última grande fronteira do Ser Humano, ainda não dominamos as profundezas do espaço, mas viajamos pelo espaço. Ainda não dominamos o fundo dos oceanos, mas mergulhamos nele tão fundo a ponto de encontrar o Titanic. Mas e o Tempo? Continua uma incógnita.
Essa semana eu assisti a mais um filme de viagem no tempo: Trata-se de “Dejà Vu” (Dejà Vu, 2006) com Denzel Washington. Similar ao Minority Report que abria uma janela meio descontrolada para o futuro e, através dela se fazia investigações policiais, neste a janela (ainda meio descontrolada) se abre para o passado, mas o objetivo é o mesmo: desvendar um crime. Achei um excelente filme, muita ação, uma ficção Científica plausível mas...
Parece impossível achar uma equação que seja capaz de alguém viajar no tempo, alterar o passado e garantir uma linha de futuro plausível. Hollywood e diversos livros e pesquisadores (muitos deles conceituados) já sugeriram diversas explicações para essa lacuna. Uma delas é a de mundos paralelos. Através dessa teoria, a cada momento onde você pudesse agir de modo A ou de modo B seriam criados dois futuros distintos: o futuro de A e o futuro de B. O problema é que assim haveriam infinitos universos paralelos. Imagine quantas decisões você tomou na vida, agora imagine que para cada possibilidade de tomada de decisão fosse criado um mundo paralelo. Aí sim o Universo teria que ser infinito para comportar todas as variações de todas as decisões de todas as pessoas que existem, já existiram e hão de existir. PUTZ é coisa demais!
Uma variação dessa teoria é que existiriam apenas alguns pontos chaves onde seria possível criar um desvio na linha espaço-tempo. Seriam os chamados portais de tempo. Ou seja, nestes momentos e lugares o tempo poderia ser modificado, no restante do tempo ele seria rígido e inflexível. Mas o que têm esses portais de tão especiais que permitem uma quebra no tempo?
Meu pai era um grande crítico da ficção científica e sempre se perguntava: “Se é possível viajar no tempo, porque não tem ninguém do futuro nos visitando?”. Eu não tinha resposta, mas ele mesmo abria uma janela: “Talvez eles possam vir somente como visitantes, sem poder serem vistos ou poderem alterar qualquer coisa. Já pensou como seria fácil estudar história se pudéssemos abrir uma janela para o passado e ver o que aconteceu a milhares de anos?”
Bem... Einstein provou estar certo quanto à sua teoria da curva espaço tempo. Foi provado cientificamente a alguns anos atrás que realmente o espaço tempo pode ser deformado próximo a grande campos gravitacionais como os que existem próximos às estrelas e buracos negros. As perguntas que ficam agora são:
1 - Será possível dobrar o espaço tempo ao ponto de o plano se encontrar em dois pontos distintos? Se a resposta a essa pergunta for verdadeira, vem a segunda pergunta:
2 – Teremos um dia tecnologia suficiente para dominar tamanha força da natureza?
17 de fev. de 2008
Encontro dos Ex-Alunos e Professores do Leon Renault
Este final de semana tivemos um encontro de ex-alunos e professores da Escola Estadual Professor Leon Renault. Compareceram ao encontro alunos que formaram entre 1986 e 1990 e professores contemporâneos. É incrível a sensação de reencontrar pessoas que não se vê a 20 anos. Com alguns eu consegui manter contato neste período, no entanto a grande maioria eu não via desde que saí do Leon. Alguns eu me lembrava e foi ótimo reencontrar. Outros estavam esquecidos na memória e imagens e lembranças saltaram de forma espetacular no momento em que nos encontramos. Outros ainda foram necessários algumas conversas e a narração de alguns casos de época para que a memória os encontrassem. Houve ainda aqueles que infelizmente a memória não deu conta, coisas da idade de do tempo em que estivemos separados.
O encontro foi ótimo, pena que muitos não puderam ir, gostaria de rever muitos outros. Mesmo assim o encontro foi uma das melhores coisas que me aconteceu, o reencontro, a oportunidade de abraços e lembranças, ver como cada um é tão diferente e ainda sim continua o mesmo. O tempo é um amigo cruel e generoso ao mesmo tempo, é difícil explicar o que senti vendo tantos amigos...
O certo é que valeu a pena. Sintam inveja os que não forem e aprendam com a lição: não percam o próximo encontro.
Muito obrigado ao Ricardo e ao Eduardo que plantaram a sementinha. Ao Cássius que nos deu um belo exemplo de reencontro a alguns anos atrás. Mas meu muito obrigado vai especialmente para a Sílvia, quem fomentou e organizou este encontro. Sem ela esse encontro não teria saído. VALEU SÍLVIA.
Coloquei as fotos que tirei no meu blog (http://www.zatlima.blogspot.com/) e irei acrescentando as fotos dos outros participantes. Por isso podem me enviar todas as fotos.
Um grande abraço a todos
8 de fev. de 2008
Entrando no Ritmo
Olá Pessoal
Finalmente eu estou entrando no ritmo. Os estudos para os concursos estão de vento em polpa. Comecei a trabalhar na minha monografia que já estava parada a 3 anos e de quebra comecei a participar efetivamente o Projeto Tracksource.
Quanto ao concurso do MPU no qual eu passei ano passado, continua parado. Passei para dois cargos, mas até agora eu não fui chamado para nenhum dos dois. Por isso eu não posso ficar parado esperando e estou estudando para outros concursos. Este mês tem as inscrições para a Assembléia Legislativa de Minas Gerais, as provas serão em Março.
Quanto à minha monografia, eu aliei a vontade de participar efetivamente do Projeto Tracksource e resolvi desenvolver o meu trabalho como um Estudo de Caso do Projeto. O Projeto Tracksource é um grupo brasileiro que está se dedicando a criar mapas brasileiros para GPS a partir do zero. Trata-se de um grupo sério que não utiliza dados cartográficos de terceiros cobertos por direitos autorais. O grupo recebe as Trilhas e Waypoints registrados no GPS dos voluntários e posteriormente compila os dados, criando um mapa brasileiro novo.
No mais, continuo com aquela vontade de resolver logo a minha vida, voltar a trabalhar e tocar o barco para frente.
Um grande abraço a todos.

